TOPETUDO DE BOLA - POR THIAGO LEAL

O que seria do futebol sem o mala? Aquele cara que chega de chinelinho no treino da segunda, meio tonto, com um cheiro estranho que lembra bebida, pedindo pra não treinar... aí vem numa entrevista, tira onda com o treinador... e é por isso que listamos os maiores malas do futebol brasileiro.

 
  TOP 11 - OS MAIORES MALAS DO BRASIL - 23/02

11 - Beto - Meio-campo
Talvez seja o mais baladeiro da lista. Mas era um baladeiro silencioso. Por ser relativamente desconhecido, se comparado a Romário ou Ronaldo, nunca vazavam notícias dele na noite. Mas sempre chegava no treino com um cheirinho de bebida...

10 - Clodoaldo - Atacante
Circulou por equipes menores do futebol brasileiro, como o Fortaleza e o Ceará. Quando jogava pelo Treze da Paraíba, foi demitido por se apresentar bêbado nos treinos. E ainda argumentou: "Mas eu jogo bêbado? Eu não jogo bêbado"...

9 - Viola - Atacante
Uma espécie de precursor de Vampeta. Provocador, era metido também a modelo e a inventar moda - como usar dois relógios, um em cada pulso, sendo um ajustado à hora do Brasil e o outro com a hora do país onde estava jogando. Costumava imitar os adversários e afirmar que, na Copa de 94, faria o gol do tetra. Entrou em campo contra a Itália, na prorrogação, e não fez absolutamente nada - embora até hoje afirme que quase marcou o gol do tetra.

8 - Roger - Meio-campo
O maior desperdício do futebol brasileiro. Poderia ser um craque de disputar Copa do Mundo. Ao invés disso preferia sair com modelos e atrizes famosas e desfilar de chinelinho pelo CT dos clubes onde jogou. Participava de desfiles de moda, etc. Seu bom futebol acabou apagado. E ganhou o apelido "Roger Chinelinho".

7 - Vampeta - Volante
Parceiro de Edílson. Virou cambalhota na rampa do Planalto quando recebia medalha de honra do Presidente Fernando Henrique Cardoso e, apesar de ter sido rebaixado três vezes seguidas (2006 pelo Vitória, 2007 pelo Corinthians e 2008 pelo Juventus no Paulistão), era chegado em provocar adversários: chamava são-paulinos de Bâmbis, palmeirenses de porcos, santistas de peixinhos, vascaínos de bacalhau... e ainda cunhou que no Flamengo, fingia que jogava e o clube fingia que lhe pagava.

6 - Edílson - Atacante
Mais um baladeiro famoso que costumava ser visto em boites após derrotas da seleção brasileira ou dos times onde jogava. Foi dono do grupo de pagode Raça Pura, do sucesso "O Pinto do meu pai".

5 - Robinho - Atacante
Como ainda é jovem, é um aprendiz - mas quem sabe chegue a número um da lista. Mulherengo, a última de Robinho foi se envolver com uma "maria chuteira" inglesa que tentou lhe dar um golpe acusando-o de estupro.

4 - Vágner Love - Atacante
Começou a fugir da concentração para pegar mulher ainda no juvenil - e ganhou o apelido "Love". Recentemente, vazou um vídeo onde Vágner estaria fazendo sexo com uma atriz pornô. Quando perguntado se era ele, respondeu: eu não vi o vídeo. SE ENTREGOU! Óbvio que se não fosse ele, nem precisaria ver o vídeo. Era só dizer: não!

3 - Ronaldo - Atacante
Em Madrid, torcida e imprensa perseguiam Ronaldo quando ele saía para boites. Então o jogador parou de sair. Construiu uma boite na sua própria casa - e assim ia para a "night" sem sair de casa!

2 - Renato Gaúcho - Atacante/treinador
Evoluiu de jogador mala para treinador mala. Adepto do churrasquinho e da cervejinha enquanto jogador, quando treinador ganhou mais três marcas registradas: óculos escuros; "brincar" nos campeonatos nacionais; e fazer piadinha com o repórter da ESPN Brasil Cícero Mello.

1 - Romário - Atacante
Mulherengo, Romário reinventou a relação clube/jogador. Em sua última passagem pelo Vasco, não era Romário que jogava para o clube. Era o clube que jogava para Romário.